
A recente classificação do Fluminense para as semifinais da Libertadores repercutiu na comunidade do Galícia no Orkut. Lá, descobrimos que muitos galicianos são também torcedores ou simpatizantes, a nível nacional, do Tricolor carioca. Entre estes torcedores, Daniel Dalence e seu pai, Daniel Argudin, Silvestre, Hermógenes Neto (vice-presidente da ATAG), e até mesmo o presidente e o vice-presidente azulinos, Raimundo Nonato Reis e Renato Santarém, respectivamente.
É interessante como no Brasil é comum que muitas pessoas, especialmente nos estados do Norte e Nordeste, torçam para dois times: um, local, e outro, nacional, quase sempre alguma das grandes equipes do Rio ou de São Paulo. Mas esse não é um fenômeno restrito ao Brasil. Aqui mesmo na Espanha, conheço muita gente que torce para o “equipo de toda la vida” da sua cidade natal, e, além disso, para um dos tradicionais “grandes” de alcance nacional - que se resumem, na prática, a Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid (e um pouco ao Valencia).
Assim, tenho um amigo de Santander que é Racing doente, mas não perde um jogo do Madrid, para o qual também torce - exceção feita a quando o time cantábrico enfrenta os “merengues” - aí ele não tem dúvidas: é Racing desde criancinha.
Para mim, que desde pequeno cresci ouvindo jogos do Flu do Rio pelo rádio e indo à Fonte Nova ver o Galícia jogar, também não há dúvida: no dia em que o Galícia enfrentar o tricolor, serei Azulino desde o berço.
Ainda bem que o Galícia, nas duas participações que teve pelo Brasileirão da Primeira Divisão (relembre clicando nos anos: 1981 e 1983), não enfrentou o Pó-de-arroz, poupando assim um monte de torcedores de ter que escolher entre um e outro…
Pois como disse Daniel Argudin, carioca, galiciano e tricolor:
Curiosamente, a minha geração tricolor tem uma ligação de carinho muito grande com o Galícia. Nasci no Rio e cresci Fluminense entretanto quando o Galícia vendeu o Toninho Dias (Toninho baiano), que foi grande ídolo da torcida na década de 70, o Galícia se tornou o time baiano de coração da torcida tricolor, assim como quando chegou o Washington na década de 80, que foi cria galiciana. Até hoje meus amigos tricolores, sabendo que participo da ATAG, sempre me perguntam sobre o time e costumam entrar no site do clube.
Pois é: Toninho e Washington, duas crias do Galícia que fizeram sucesso no Fluminense. Bem que os dois clubes poderiam fazer uma parceria, hein? Um intercâmbio entre Xerém e Parque Santiago não seria tão mal para o Azulino.
E você, amigo galiciano? Simpatiza ou é torcedor de algum outro clube além do Galícia? Deixe seu comentário.











Pois é Beto, até meu pai tem dois times lá na Espanha. É torcedor do Ceuta de Vigo de nascimento mas torce também pelo Real Madrid mas num confronto direto, é torcedor roxo do Ceuta
Devido as raízes lusitanas da minha genitora, tenho muita admiração pela Portuguesa de Desportos. Inclusive vejo alguma semelhança entre o Galícia e a Lusa. Apenas fico muito indignado pela colônia espanhola não dar igual apoio ao granadeiro, como demonstrado pela colônia Portuguesa.
Num possível confronto entre as duas equipes, torcerei pelo empate.
TAMBÉM, ALÉM DE GALICIANO SOU TRICOLOR CARIOCA E COM FÉ EM DEUS SEREMOS CAMPEOES DAS AMERICAS E DO MUNDO. VAMOS AGUARDAR COM MUITA FÉ QUE HAJA UMA PARCERIA ENTRE PQ SANTIAGO/XEREM E QUE O NOSSO DEMOLIDOR EMFIM RETORNE A ELITE DO NOSSO FUTEBOL.
Como o pai do Daniel Agurdin eu sou viguês e, portanto, do Celta de Vigo de nascemento. Quando era criança torcia tb pelo Barcelona, mas agora já sou mais celtista e nao gosto de nenhum outro time espanhol. Mas, como todos, tenho um time por cada pais!! O Galícia no Brasil! Nem Corinthians, nem Flu, nem Vasco…